Como fidelizar clientes é uma das dúvidas mais comuns e uma das tarefas mal elaboradas realizadas em muitos estabelecimentos, principalmente os estabelecimentos de cidades interioranas e empresas familiares. É possível efetuar uma forma eficiente de fidelização gastando pouco ou quase nada, simplesmente mudando hábitos. Claro que estamos falando de uma fidelização num âmbito muito específico e restrito. O que o cliente espera receber e o que o cliente recebe? Como o cliente se comunica com sua empresa e como sua empresa se comunica com o cliente? O que faria o cliente retornar ao seu estabelecimento comercial? 

Três perguntas simples, singelas e fundamentais para a fidelização deste cliente. Primeiramente o cliente gera uma expectativa pelo serviço oferecido por uma empresa ou pessoa. Segundo a teoria desenvolvida por Kano na década de 1980, existem métodos de saber ou equacionar esta expectativa do cliente e mensurar as mesmas num relatório de obrigatórias ou não para o consumidor. Muitas das questões consideradas sem importância para o vendedor podem ser fundamentais para o cliente. O cliente espera por “X” e se o mesmo recebe “x” ele pode nunca mais retornar. Mas o que consideramos aqui é que se o cliente anseia por “X” entregue a ele “X+Y”. Surpreenda a expectativa do consumidor, essencialmente no atendimento. Por conseguinte, o cliente espera um fácil acesso ao vendedor ou empresa que lhe prestaram o serviço ou venda. Ter um suporte para atendimento rápido e ágil é de suma importância, diria eu até mesmo ser isto vital para a empresa. Uma linha telefônica desocupada somente já não basta hoje em dia, como dissemos, supere as expectativas. Disponha de serviços online para esta comunicação se tornar agradável e esclarecedora. Ter um help desk , faq, formulário fácil e com respostas rápidas e um site explicativo é atualmente princípio básico para toda empresa. 

Saber como motivar o seu cliente a retornar a sua empresa e suscitar nele o desejo de compra é crucial. Um sistema de recompensas é muito prático neste sentido. Comprando uma quantidade “X” recebe desconto “Y” em outro produto da mesma marca, comprando “Y” você leva o produto “X” na próxima compra de valor “W”. Todas estas “dicas” são importantes e muitas vezes fundamentais, mas o princípio motriz de tudo isso é conhecer o seu cliente. Não somente conhecer por chamá-lo pelo nome (visto que se você não faz desta forma experimente fazê-lo, pois ganhará pontos e confiança do cliente) mas conhecer seus hábitos, classe social e estilo de compra. Segundo o princípio de Pareto ou lei 80×20, sua empresa tem o arrecadamento de 80% de apenas 20% dos cliente ativos. Portanto conhecer esses 20% e servi-los bem, pode e vai fazer toda a diferença. Trabalhe fidelizando clientes sempre e aumente suas vendas ou simplesmente não as perca.

Fidelizando Clientes

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Recebi esta semana um relato interessante de algo que realmente funciona para conseguir uma venda no varejo. Primeiro o vendedor e o lojista/empresário necessitam conhecer seu público-alvo e potenciais clientes. Este relato foi sobre uma potencial cliente em uma loja de artigos e roupas infantis. A cliente potencial ao adentrar no estabelecimento deparou-se com uma loja ornamentada para vender. Como isto funciona? Conhecer o público-alvo é importante pois você se prepara para recebê-lo e desenvolve técnicas de abordagem. A loja estava ornada não somente para a mãe (neste caso se trata de uma loja de artigos e roupas infantis), mas principalmente para seus filhos e filhas. 

A criança desta cliente ao vislumbrar o interior da loja, logo ganhou um pirulito de presente. Esta mesma criança ao ver várias bolas de soprar, pediu uma a mãe e a vendedora atenta logo se prontificou em dizer que a menina poderia pegar a bola. A mãe observando a situação, vendo sua filha com o pirulito e a bola nas mãos, ficou constrangida em nada comprar e acabou levando mais do que planejara antes de entrar no recinto. O ponto-chave volto a repetir é conhecer e reconhecer seu público-alvo, estudá-lo e abordá-lo dentro das estruturas que os mesmos trazem. Uma boa abordagem pode ampliar em mais de 50% o sucesso de uma venda. Uma abordagem equivocada ou errada pode impedir uma venda antes mesmo de conseguir mostrar o seu produto e preço.

O marketing que funciona é o atendimento

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Como se deve reagir a uma redução de preço feita por um concorrente? Em mercados caracterizados por produtos muito homogêneos, a empresa deve buscar meios de aperfeiçoar seu produto ampliado; se não conseguir fazê-lo, terá de acompanhar a redução de preço. Se o concorrente aumentar o preço em um mercado de produtos homogêneos, as outras empresas podem não equiparar seus preços, a menos que o aumento beneficie todo o setor. Se as outras não a acompanharem, a empresa líder precisará cancelar o aumento.
Em mercados de produtos não homogêneos, a empresa tem mais espaço para agir. Ela precisa considerar as seguintes questões: (1) Por que o concorrente alterou o preço? Foi para ganhar mercado, utilizar a capacidade excedente, acompanhar mudanças nas condições de custo ou liderar uma mudança de preço em todo o setor? (2) O concorrente planeja que a mudança de preço seja permanente? (3) O que acontecerá com nosso lucro e com nossa participação de mercado se não reagirmos à mudança? As outras empresas reagirão? (4) Quais são as prováveis medidas tomadas pelos outros concorrentes para cada possível reação?<

É comum que a líder de mercado enfrente grandes reduções de preço praticadas por empresas menores, na busca por maior participação de mercado. Nesses casos, a líder pode responder de várias maneiras:

  • MANTER O PREÇO       A líder pode manter seu preço e margem de lucro, acreditando que (1) perderia grande parte de seu lucro caso reduzisse o preço; (2) não perderia muita participação de mercado; (3) poderia reconquistar sua participação de mercado quando necessário. Entretanto, o argumento contra a manutenção do preço é o de que a empresa que ataca a outra fica mais confiante, a força de vendas da líder fica desmoralizada e a líder perde mais participação do que esperava. No fim, ela acaba entrando em pânico, reduzindo o preço para reconquistar a participação e percebendo que isso será mais difícil e dispendioso do que esperava.


  • MANTER O PREÇO E AGREGAR VALOR       A líder pode melhorar seu produto, seus serviços e sua comunicação. Ela pode achar mais vantajoso manter o preço e gastar dinheiro para melhorar a qualidade percebida do que reduzir o preço e operar com uma margem de lucro menor.


  • REDUZIR O PREÇO       A líder pode reduzir o preço para acompanhar o preço da concorrente. Talvez ela o faça porque (1) seus custos diminuem com o aumento de volume; (2) ela teme perder participação de mercado, já que o mercado é sensível a preço e (3) uma vez perdida sua participação de mercado, seria difícil recuperá-la.


  • AUMENTAR O PREÇO E MELHORAR A QUALIDADE       A líder pode aumentar seus preços e lançar novas marcas para enfrentar a marca que a está atacando.


  • LANÇAR UMA LINHA DE COMBATE COM PREÇO REDUZIDO       Essa estratégia consiste em adicionar itens com preços reduzidos á linha ou criar uma marca separada com preço inferior.

Reações às mudanças de preços dos concorrentes

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O questionamento sobre como abrir uma empresa com pouco dinheiro ronda a cabeça de milhões de brasileiros e a resposta nem sempre é imediata. Em tempos de grana curta, conseguir capital para abrir um negócio próprio não está fácil.
Se você vai aplicar seu próprio dinheiro na abertura de um negócio, sem recorrer a empréstimos bancários, parentes ou investidores de qualquer tipo, é preciso saber muito bem como empregar esse dinheiro para não se arrepender depois.
Por isso, a pergunta, ao invés de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, talvez devesse ser como empregar bem o dinheiro na abertura dessa empresa. Pode parecer apenas um jogo de palavras, mas se você pensar bem, faz muita diferença.
Valide sua ideia de negócio

A primeira coisa que você deve fazer é validar sua ideia, para não sair por ai construindo castelos nas nuvens. Será que a sua ideia é boa mesmo ou apenas uma empolgação? Para saber isso, é preciso validar sua ideia para saber se vale a pena continuar indo em frente.

Você pode pedir a opinião de amigos e parentes, mas acredite, dificilmente eles vão ser muito sinceros. A melhor coisa a fazer nesta situação é pedir a opinião de pessoas que não estejam envolvidas emocionalmente na questão, pessoas que podem vir a ser consumidores ou pessoas com alguma experiência no setor.
Encontrar um sócio pode ser uma boa alternativa

Como Montar Uma Empresa Com Pouco DinheiroSe o problema é como montar uma empresa com pouco dinheiro, talvez uma das alternativas seja tornar esse dinheiro um pouco maior conseguindo um sócio para o seu negócio. Você só deve ter cuidado na hora de escolher o seu sócio.

Começar uma empresa por conta própria é difícil. E é muito pior quando não se dispõe de muito dinheiro. Por isso, busque um sócio que ajude você não só do ponto de vista financeiro, como também na inspiração e discussão sobre as oportunidades do negócio.
Busque alguém com experiência para lhe ajudar

Buscar opiniões somente com pessoas que vão reafirmas as suas ideias não é uma boa opção, como mencionamos no primeiro item. As pessoas que realmente vão agregar alguma coisa ao seu projeto são aquelas que lançam desafios.

Se você puder contar com um profissional que tenha experiência na área que você pretende atuar, essa seria a pessoa ideal. Talvez ele se oponha a algumas das suas ideias, mas é sempre bom ter algum para estabelecer o contra ponto na discussão.
Busque as pessoas certas para o trabalho

O mundo está saindo da época em que o maior ativo de uma empresa era o capital para uma época em que este grande ativo passa a serem as pessoas que esta empresa tem como colaboradores. Por isso mesmo, seja muito criterioso na hora de escolher as pessoas que irão trabalhar com você.

Uma boa dica é terceirizar o máximo possível para não ter uma folha de pagamentos que seja muito pesada, pois os encargos sociais no Brasil devoram sua verba. A contratação deve levar em conta unicamente aspectos técnicos, deixando de lado questões como amizade e laços de família.
Uma das frases mais conhecidas de Steve Jobs é “Em nosso negócio, uma pessoa não consegue fazer muita coisa isoladamente. Você tem de criar um time a seu redor”. Portanto, cerque-se de pessoas realmente boas naquilo que fazem
Tenha os clientes como seu principal foco

O caminho certo para o sucesso no mundo dos negócios hoje em dia é colocar o cliente em lugar de destaque em sua estratégia empresarial. Se você quer saber como abrir uma empresa com pouco dinheiro e ter sucesso com ela, tenha sempre em mente que os seus clientes são seu maior patrimônio. Os clientes são a base de negócios promissores.

Reserve uma boa parte do tempo envolvido em planejamento do negócio para conhecer detalhes sobre o seu público-alvo. Atualmente temos diversas ferramentas online gratuitas que podem ajudar você neste desafio. Entendendo o que os seus cliente realmente querem você terá todas as pistas para um negócio de sucesso.
Crie um produto ou serviço que supere as expectativas

Como criar uma empresa com pouco dinheiroUm negócio de sucesso tem como base um produto inovador que supere as expectativas dos seus consumidores. Não adianta de nada você montar um negócio que não empolgue. O mercado atualmente é muito competitivo e por isso mesmo, você precisa surpreender seu público.

Desenvolva um produto ou serviço que tenha uma proposta inovadora. Faça uma releitura do que já existe no mercado, identificando pontos fracos das opções já existentes no mercado e agregue um diferencial que vá fazer a diferença, qua vá colocar seu produto ou serviço em uma outra dimensão. Abrir uma empresa com pouco dinheiro não significa ter um produto ou serviço medíocre.
Uma atenção especial ao marketing

De nada adiantará você ter um ótimo produto e um preço super competitivo se as pessoas não sabem que ele existe, por isso, pense no marketing logo no início do negócio. Um dos erros mais comuns para quem está abrindo uma empresa com pouco dinheiro é deixar isso para depois e verificar lá na frente que está sem recursos.

Uma boa dica é usar os meios digitais, que embora não sejam “de graça” como muita gente ainda acha, tem um custo bem menor do que a mídia tradicional. Com as ferramentas certas e uma estratégia bem montada, é muito mais interessante divulgar uma empresa na Internet do que através dos métodos tradicionais.
Reinvista o resultado inicial no negócio

Se você tem pouco dinheiro para montar a sua empresa, e quer que ela tenha um crescimento sistemático, a melhor dica é reinvestir seus lucros no negócio. Um dos grandes erros dos novos empresários é buscar a lucratividade cedo demais e com isso comprometer a saúde financeira da empresa.

Em um país onde tradicionalmente as taxas de juros são estratosféricas, descapitalizar sua empresa logo no início é um verdadeiro suicídio empresarial, principalmente às vésperas de tempos turbulentos como a crise econômica prevista para 2015.
Agora que você já tem uma série de dicas de como abrir uma empresa com pouco dinheiro, que tal começar a fazer o seu planejamento e compartilhar sua experiência conosco depois? Mantenha-se atualizado sobre este e outros assuntos do mundo do empreendedorismo assinando minha Newsletter.
Caso deseje saber mais sobre como ter um Home Office, clique aqui e veja algumas dicas.
Extraído do site EmpreendedoresWeb

Como abrir uma empresa com pouco dinheiro?

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Essa é uma pergunta muitas vezes corriqueira e difícil para ser respondida. Primeiramente temos que definir o que é “CRISE”. Até por que o que este termo significa para um, não será necessariamente o mesmo para outro.
crise
cri.se
sf (gr krísis) 1 Med Momento decisivo em uma doença, quando toma o rumo da melhora ou do desenlace fatal. 2 Med Alteração súbita, comumente para melhora, no curso de uma doença aguda. 3 Momento crítico ou decisivo. 4 Situação aflitiva. 5 fig Conjuntura perigosa, situação anormal e grave. 6 Momento grave, decisivo. 7 Polít Situação de um governo que se defronta com sérias dificuldades para se manter no poder. C. anafilactoide: estado mórbido cujos sintomas se assemelham aos da anafilaxia, e que é causado por coloidoclasia. C. coloidoclástica: o mesmo que coloidoclasia. C. de nervos: ataque de nervos. C. de trabalho: complicação ou embaraço nas relações sociais decorrente da falta de serviços em que se empregam as classes menos abastadas.
Dicionário Online Michaelis
Podemos observar que pelo dicionário a palavra crise se apresenta em diversos contextos e formas, porém o que mais me chama atenção é que em determinados casos faz-se necessário e até mesmo indispensável momentos de crise. Perceba na descrição acima que esta terminologia crise, pode retratar “Alteração súbita, comumente para melhora”. Muitas vezes momento de crise nos impulsionam a melhorias.
Tomemos por exemplo o Grupo Pão de Açúcar no início da década de 1990. Uma gigante dos hipermercados enfrentava uma grave crise organizacional e financeira, na época do governo Collor. A empresa estava tornando-se um enorme elefante branco carregando o peso de sua estrutura e processos de gestão incontroláveis. Dar-se inicio ao processo de reestruturação o qual teve como objetivo principal recuperar a eficiência perdida, principalmente nas fases de expansão e que culminaram num sistema organizacional difícil de gerir.
Um dos alicerces para o início do avanço da empresa em meio ao momento de crise foi detectar, identificar e reconhecer suas fraquezas. Momentos de crise devem nos fazer repensar quem somos e que estamos nos tornando, seja como indivíduos ou em forma de uma organização empresarial. Estes momentos devem nos levar às nossas metas e alvos estabelecidos lá no início. Aonde erramos? Como erramos?
O Grupo Pão de Açúcar ainda na década de 1990 repensa toda sua metodologia mercadológica, sua missão, seu foco no mercado, planejamento estratégico e financeiro. No nível interno foi quebrada a estrutura antiga de poder e dominação, substituindo lideranças através de promoções internas de executivos ou recrutamento e seleção de profissionais no mercado que tivessem o perfil de competência desejado. Com isso o clima organizacional começa a mudar com líderes sem vício e focados no negócio.
O Pão de Açúcar melhorou sua imagem perante o mercado, restabeleceu seu foco de negócio, reduziu custos operacionais, incentivou a fidelização do cliente, enfim ressurgiu como uma empresa melhor, mais organizada e competitiva. Lições como esta nos mostra que não devemos ficar apenas olhando para crise e seus efeitos, mas sim enxergar nela oportunidade de se reinventar e tirar vantagem da mudança tornando-se mais competitivos.
Quando uma tempestade é vista de cima por satélite, esta parece estar destruindo tudo da mesma forma, porém, quando vista em terra, é perceptível que algumas casas são destelhadas e outras não, vizinhanças completamente devastadas e outras muito próximas, simplesmente, intactas. Desta forma também se faz nos momentos de crise, existem dois pontos de vista; o ponto de vista ofuscado pela tempestade que nos impede de reconhecer realmente a gravidade e aonde e como esta afetará pessoas, empresas e padrões de negócios e outra visão mais privilegiada, sim, também em partes mais arriscada, mas esta visão te permite compreender verdadeiramente, o motivo das perdas, quais fraquezas foram detectadas e também o grande por que das resistências e suas forças.
Podemos nos martirizar em meio as constantes crises ou avançarmos mais fortes e hábeis para novos desafios, sabendo que as crises sempre existirão, mas nós podemos resistir e mais, podemos sair delas mais fortes e preparados. Tudo depende do seu ponte de vista.

O que fazer em momentos de crise?

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É difícil comparar a complexidade de uma grande corporação com a de um micro ou pequeno negócio. Não são apenas os valores em dinheiro que torna inviável a comparação, mas também o volume de produtos e a quantidade de processos e pessoas que são necessárias para fazer uma grande empresa rodar em sua total capacidade.
No entanto, existem alguns conceitos de grandes empresas que possuem alto nível de complexidade e maturidade que poderiam e deveriam ser copiados e utilizados em micro e pequenas empresas. Separamos 04 destes conceitos abaixo:
Controles Internos: Grandes empresas possuem uma infinidade de controles em cada um de seus processos para garantir que os riscos inerentes às atividades desenvolvidas pelos seus profissionais e máquinas estejam controlados, diminuindo a chance de fraudes ou outros grandes problemas ocorrerem e afetarem o resultado financeiro ou a imagem da empresa. No universo de micro e pequenas empresas, o conceito de controles é muito válido e extremamente importante também. Porém, controles em pequenas empresas devem ser mais focados na operação e no caixa da empresa. Como exemplo, uma pequena empresa que vende produtos deve ter controles na parte de estoques, produção e cobrança. Para definir os controles que uma pequena empresa deve ter, pense sempre primeiro no risco que quer cobrir. No caso de uma pequena empresa, os controles citados anteriormente cobrem o risco de ela ficar sem matéria prima, sem produzir e sem receber por suas vendas.
Meritocracia: O conceito de meritocracia é muito simples: um profissional deve ser reconhecido e recompensando de acordo com seu desempenho no trabalho. Este conceito é muito comum em grandes empresas que possuem planos de carreira bem detalhados e robustos. Mas será que é possível aplicar este mesmo conceito em uma micro ou pequena empresa? A resposta é: caso esta empresa tenha ao menos 01 funcionário, sim! Mesmo com poucos funcionários, é possível você recompensá-los de acordo com suas performances. E ao contrário do que muitos pensam, estas recompensas não precisam necessariamente ser em forma de dinheiro. Um elogio, agradecimento, ou um agrado já é uma forma de começar a praticar a meritocracia em seu ambiente de trabalho.
Metas: Empresas de grande porte, quando bem estruturadas e gerenciadas, possuem metas em todos os níveis de sua organização. Normalmente estas metas são acompanhadas de ações bem estruturadas para atingir estas metas. Apesar de este ser um conceito básico e que está totalmente relacionado ao resultado da empresa, ainda muitas micro e pequenas empresas não conduzem seus negócios baseadas em metas. Ao estabelecer metas, a empresa define uma direção e a distância de onde quer chegar. Sem um alvo e ações para atingir este alvo, a empresa acaba apenas reagindo às forças que agem sobre ela e corre o risco de estagnar em sua posição no mercado. Além disso, ao estabelecer metas, é imperativo que se estabeleça as ações que devem ser realizadas para atingir as metas, assim como definir a forma como irá acompanhar se as metas estão ou não sendo atingidas.
Indicadores: Indicadores são ferramentas gerenciais de extrema importância para grandes empresas. Como o próprio nome diz, os indicadores servem para indicar aonde as coisas não estão indo como deveriam para que a empresa possa agir. Este conceito de indicadores também não é normalmente utilizado em pequenas empresas que acabam utilizando um evento negativo ou um problema que já se materializou como indicador de que algo deve ser feito. Ao usar indicadores, pequenas empresas possuem a habilidade de agir antes de um problema se tornar real.
Ao aplicar alguns ou todos estes conceitos em um micro ou pequeno negócio, o gestor terá mais ferramentas para controlar e administrar sua empresa, e trilhar seu caminho para quem sabe um dia chegar a ser uma grande corporação!

Por Pedro Damiani

Fonte: Administradores

4 conceitos de grandes empresas que deveriam ser copiados por micro e pequenas empresas

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O empreendedorismo é contagioso. Do nada, esse “vírus” faz as pessoas enveredarem por um caminho prazeroso, mas cheio de percalços. O primeiro desses obstáculos diz respeito à escolha certa do negócio: onde atuar? É melhor encontrar um nicho de mercado ou trabalhar com uma paixão? Em um estágio posterior do desenvolvimento da empresa, um aporte financeiro pode ser necessário para bancar uma expansão e os investidores-anjo são um ótimo caminho para conseguir grana. Mas como chegar até eles? Todas essas questões foram respondidas – de formas diferentes em alguns casos, vale ressaltar – por nomes de destaques no mundo das startups.
Um dos painéis da Demo Brasil – Edição Nordeste, realizada em Maceió (AL), discutiu o mercado de startups e investidores. Participaram da mesa Guilherme Junqueira, da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Maria Rita Spina Bueno, da Anjos do Brasil, e João Kepler, empreendedor e investidor-anjo. O painel foi moderado por Sandra Boccia, diretora de redação de Pequenas Empresas & Grandes Negócios.
Os participantes do debate também abordaram questões que afligem os “infectados” pela vontade de abrir uma empresa, como a importância da educação formal e a necessidade de um empreendedor ser também um vendedor. Confira:
1) A importância da universidade
Quanto à influência da educação portal na carreira de um empreendedor, as opiniões de Junqueira, Maria Rita e Kepler divergem um pouco.
Para Junqueira, a academia precisa se reinventar para formar empreendedores. “Estudar três dias para passar numa prova não ajuda ninguém a criar uma empresa”, diz. Já Kepler reforça a importância da educação complementar: leituras focadas em empreendedorismo e eventos são essenciais. Maria Rita, por outro lado, afirma que a universidade é fundamental. “Todas têm centros de empreendedorismo. A experiência da formação traz valores muito além das provas.”
2) A ideia vem do que você vive
O que faz uma ideia surgir é a vontade de solucionar um problema, segundo Kepler. Partindo desse ponto, Junqueira diz que o essencial para quem está começando é, basicamente, olhar o mundo à sua volta. “A ideia vem do ambiente onde se vive. Um universitário, por exemplo, vive estudando, no trânsito e na balada.” Maria Rita engrossa o coro. “É difícil empreender em uma área que não faz sentido”, diz a diretora da Anjos do Brasil.
3) Não tenha medo de compartilhar suas ideias
O senso comum diz que, assim que alguém tem uma ideia inovadora, o melhor é guardar segredo. Mas não é bem assim. Para começar, na opinião de Maria Rita, as ideias não são muita coisa. “Empresas de sucesso apresentam soluções. A inspiração inicial não vale quase nada.”
Para o diretor da ABStartups, o empreendedor não deve ter tanto medo de ser copiado. “A dificuldade de quem usa as ideais dos outros é a mesma de quem teve a inspiração original”, diz ele, já que o caminho rumo ao sucesso é bastante longo.
Maria Rita Spina Bueno, Guilherme Junqueira, João Kepler e Sandra Boccia em painel da Demo Brasil - Edição Nordeste (Foto: Divulgação)
4) Vender é importante – nem que alguém faça isso por você
“Vender é a alma do negócio”, de verdade. Se o empreendedor é tímido, surgirão dificuldades. Mas quem é caladão não precisa se desesperar. Segundo Maria Rita, o dono do próprio negócio precisa aprender muita coisa para se dar bem – e vender é uma delas. “Decorar um roteiro, gravar um pitch e corrigir erros e falar em frente ao espelho são boas maneiras de evoluir”, afirma.
Se as horas frente ao espelho não funcionarem, o ideal é que o empreendedor divulgue sua empresa bem fora das apresentações. “Caso o empreendedor trave em frente a grandes plateias, é importante vender nos bastidores, com a ajuda de algo pronto, como um protótipo. O produto fala por ele”, diz o investidor-anjo. Em circunstâncias do tipo, o ideal é que o empreendedor encontre alguém com habilidade em vendas para os pitches.
5) Conheça o investidor
Com o produto ou serviço formatado, pode surgir a necessidade de um investimento externo. Mas antes de pegar a grana, o empreendedor precisa saber quem realizaria o aporte. Junqueira diz que é necessário pesquisar mais sobre o investidor. “Às vezes, o dono do dinheiro não foi reconhecido como alguém sério. Não foi validado pelo mercado. O aporte é importante, sem dúvidas, mas é importante achar o parceiro certo.”
6) Na hora de conseguir um aporte, seja sedutor
Chegou a hora de encontrar com o investidor. O momento em que tudo tem que dar certo. Para ajudar o empreendedor a ter o melhor encontro possível, Maria Rita faz uma analogia com a postura de alguém em uma festa. “É preciso ser sedutor. Para conseguir o que quer, o empreendedor tem que mostrar o que tem de melhor, seja a sua ideia, experiência ou potencial para executar uma tarefa. E tudo tem que ser feito com brilho nos olhos, assim como na balada”, afirma ela.
7) Evite frases óbvias
Da mesma forma que cantadas não são a maneira mais eficaz de ficar com alguém na balada, clichês não são a melhor opção para quem quer mostrar os diferenciais de uma empresa. Frases feitas, como “eu sou a única pessoa no mundo com uma empresa assim” e “se atingirmos 1% do mercado, já somos bilionários”, denotam falta de criatividade. “Temos que evitar as frases óbvias e ser autênticos para fazer o negócio crescer. Seja o que você é”, afirma Maria Rita.
8) Não esconda os erros do passado
Em países com cultura empreendedora mais desenvolvida, como os Estados Unidos, falhar não é a pior coisa do mundo. No Brasil, por outro lado, o fracasso é desprezível e precisa ser esquecido e escondido. De acordo com os participantes do painel, os erros do passado não podem ser omitidos. Pelo contrário. “Quanto mais uma pessoa errou lá atrás, menor é a possibilidade de repetição do equívoco”, diz Kepler.

8 dicas para escolher o negócio certo e conseguir investidores

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